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Técnicas de memorização

Por Rosangela Petta

Não é à toa que, na hora de estudar para o vestibular, o verbo mais usado é “rachar”. É mesmo preciso “abrir” a cabeça para a informação entrar. Depois de aberta, ela tem que guardar o que aprendeu. Por isso, os candidatos a uma vaga na faculdade colecionam frases engraçadas e músicas que ajudam a decorar fórmulas, nomes e regras. O maior pânico, nessa época, é esquecer.

Boa memória é mesmo fundamental. Sem ela, ninguém vai pra frente. E isso ao pé da letra. A gente só anda, corre, chora, ri, entende uma piada e um problema de matemática porque vai gravando experiências desde o nascimento. Mas como isso funciona? Ainda não se sabe ao certo. Embora existam pistas sobre onde guardamos algum dado no cérebro, não se sabe bem como a coisa acontece lá dentro.

Quem está trazendo novidades no assunto são moscas de frutas e ratos de laboratório. Analisando a fisiologia e o comportamento de seus animais experimentais, os neurocientistas da Universidade de Colúmbia, em Nova York, identificaram dois tipos de uma proteína chamada creb que mora dentro dos neurônios, as células nervosas. Para Eric Kandel, que em 1993 identificou essa proteína analisando moluscos, é a proporção entre os dois tipos de creb (um estimulante e outro inibidor da memória) que determina a capacidade de lembrar.

O trabalho é polêmico. Ainda é preciso provar que a proteína age da mesma forma no homem, o que levaria à comparação estrambólica da mente humana com o QI de ostra. “O creb é uma proteína que ajuda a formar outras proteínas no núcleo da célula e, quando ela falta, nada é memorizado”, confirma Ivan Izquierdo, neuroquímico da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. “Os estudos ainda estão em andamento, mas já se observou que há dois picos de creb na formação da memória: um imediato, quando o cérebro capta a informação, e outro mais lento, quando o cérebro liga uma informação com outra.”

Além de enigmática, a memória é delicada. Izquierdo lembra que períodos de muita ansiedade, estresse e depressão são a principal causa da amnésia. “Algo entre 6% e 8% da população mundial padece de depressão clínica e tem problemas de memória”, conta ele. Não é o caso de quem sente que as lembranças se embaralham. Segundo o cientista, isso é normal porque uma mesma célula nervosa gera muitas memórias diferentes. A eventual confusão entre elas é uma espécie de curto-cicuito causado pela sobrecarga de impulsos elétricos nas conexões entre os neurônios. “Aí, é melhor estudar um pouco menos”, aconselha.

Mnemosina é a deusa grega da memória, prima das nove musas: Astronomia, Comédia, Tragédia, História, Música/Dança e as quadrigêmeas da poesia (Épica, Lírica, Amorosa e Sacra). Por aí já se vê que, não é de hoje, a cultura está ligada à capacidade de recordar. Mas até os gregos clássicos sabiam que não é fácil. Tanto que eles criaram uma palavra só para designar a “arte da memorização”, mnemonikós, ou mnemônica.

Por uma questão de sobrevivência, não se pode lembrar de tudo. “Ficaríamos loucos”, diz o neuroquímico Ivan Izquierdo, citando o triste fim da personagem do conto de Jorge Luís Borges, Funes, o Memorioso, cuja sina era recordar todos os detalhes de sua existência. Então, se a memória é seletiva, o que garante que a Física vai se instalar no cérebro ao lado do futebol? Pelas regras mnemônicas, juntar as duas coisas, pode dar certo. O truque é apenas associar idéias e imagens, um hábito comum em todo o mundo. Comum e polêmico.

Educadores têm calafrios quando ouvem versos, piadas ou qualquer gaiatice que ajude a lembrar as lições dadas em classe. Para eles, soa à velha decoreba, o vício de decorar sem entender coisa nenhuma. Só que essa visão está mudando. “Os jovens vestibulandos estão sendo muito sábios quando associam brincadeira e estudo”, diz Edvaldo Pereira Lima, da Universidade de São Paulo. “Situações frias e impessoais é que dificultam a memorização.”

Essa nova abordagem do aprendizado começou a ser levada a sério quando o neurologista Roger Sperry, da Universidade da Califórnia, comprovou a diferença entre as funções dos dois hemisférios cerebrais — uma teoria que lhe valeu o Prêmio Nobel de Medicina de 1981. Embora as duas metades do encéfalo sejam o espelho uma da outra, algumas características prevalecem no lado esquerdo (mais intelecutal, verbal) e outras no direito (mais visual, chegado a uma fantasia). “A chamada memória fotográfica tem a ver com situações emocionais em associações que ocorrem no hemisfério direito”, exemplifica Izquierdo.

Tom Buzzan, autor da técnica dos “mapas mentais”, chegou a calcular os bits de informação que o lado esquerdo processa de cada vez. São sete, e como um bit é a menor unidade de informação, numa frase isso corresponde a sete sílabas. Para o professor da USP, “isso significa que o lado esquerdo é mais lento que o direito, porque vai fragmentando a informação e analisando-a”. Ou seja: enquanto o lado direito capta o impacto de uma obra de arte, o esquerdo verifica o traço, a cor, a proporção. Uma coisa de cada vez.

E o que isso tem a ver com uma aula de Química? Edvaldo explica: “O sistema educacional tradicional sempre se apoiou nas funções do lado esquerdo, que só se liga no lado linear, lógico e material das coisas. O lado direito, mais criativo, ficou atrofiado. De meados da década de 80 para cá, pesquisas de universidades americanas, como as da Califórnia e do Texas, mostram que o rendimento de qualquer atividade é maior quando há mais equilíbrio entre os dois hemisférios”.

“Isso é enganação”, opina Alfredo Stavale, coordenador do Anglo Vestibulares, de São Paulo. “Dar bitolinhas não é educar.” Acontece que nem sempre essas piruetas mentais dependem do professor. Muitas vezes (você sabe), os próprios alunos é que inventam truques brincalhões. Como são eficientes, essas técnicas de memorização acabam sendo absorvidas pelos cursos pré-vestibulares. “Sempre digo ao aluno para usar o recurso como uma ferramenta auxiliar da aprendizagem”, diz José Antônio Matos Barrionuevo, coordenador do cursinho paulista Universitário. “Primeiro ele tem que compreender, depois memorizar. Se ficar só decorando coisas, pode até passar no vestibular, mas vai quebrar a cara na primeira aula da faculdade.”

Para o consultor pedagógico da Rede Cultura de Televisão, Pedro Paulo Demartini, a mnemônica escolar não pega mal. Ele é um dos responsáveis pela produção do programa Vestibulando, que tem músicas e brincadeiras de memorização no final da aula, e garante que isso não desvirtua a linha didática: “Você já sabe que oito vezes oito dá 64, não tem que passar de novo pelos mecanismos da multiplicação para fazer essa conta. Não precisamos reinventar a roda todo dia.”

É claro que, apenas decorando fórmulas, ninguém aprenderá a pensar. Mas, bem empregadas, as técnicas de memorização ajudam a reter conhecimento e, principalmente, fazem do estudo uma atividade mais divertida.

Veja aqui algumas das técnicas utilizadas

Português - Lona Roxa" - Para lembrar que palavras paroxítonas terminadas em L, N, R e X devem ser acentuadas.

Química - "Foi Clóvis Bornal quem incendiou Atenas" - Para lembrar do grupo 7A da tabela periódica (F - Flúor, Cl - Cloro, Br - Bário, I - Iodo e At - Astatínio).

Física

"Palmeiras verdinho não resiste ao timão" - Para lembrar da equação de Clapeyron (PV = nRT).

"Francisco, me vê um quibe" - Para lembrar da fórmula F = mv/qB (Força é igual a massa vezes velocidade dividido por carga vezes campo magnético).

"Vi vovô tomando dois AS" - Para lembrar da equação de Torricelli onde a velocidade é posta em função da aceleração e da distância, sem ser mencionado o tempo (V² = Vo² + 2aDs ).

"Sorteve" - Para lembrar da fórmula do calculo do movimento uniforme (S = So + vt )

Matemática - "Sou o medo e temor constante do menino vadio" - Conte o número de letras de cada palavra e você terá o valor do Pi (3,14159265)

Biologia - "Secretina adrenalina com acetilcolina. E assim mais um impulso passou!" - Cantar no rítmo do refrão Vira, vira, vira, da marcha carnavalesca Turma do Funil, para lembrar da química cerebral.

História - "Deodoro, Floriano, Prudente, Campos Sales, Rodrigues Alves, Afonso Pena, Nilo, Hermes, Venceslau (...)" - Cantar na melodia da cantiga de roda Teresinha de Jesus, para lembrar dos presidentes da primeira república.

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