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O Ato de Concentrar a Atenção

Alonso Fernandez considera dois aspectos no ato de concentrar a Atenção: escolher um tema no campo da consciência, elevando-o à um primeiro plano e; manter esse tema rigorosamente destacado, sem deixar-se desviar por influências excêntricas do campo da consciência, modificando-o com plena liberdade. Assim sendo, o individuo lúcido deve dispor de liberdade diante das vivências, tornando possível o funcionamento normal da capacidade de concentração .
A primeira fase da Atenção representa a redução do campo da consciência. A percepção, representação ou conceito que se acham eventualmente no centro da consciência são percebidos, graças à concentração da Atenção, com maior clareza, nitidez e delimitação. Esse processo de concentração pode ser ativo ou passivo, dependendo da situação afetiva do momento.

Quanto à intencionalidade da Atenção distinguem-se duas formas: a Atenção espontânea e a Atenção voluntária. A Atenção espontânea, como o próprio nome diz, resulta da tendência natural da atividade psíquica em orientar-se espontaneamente para as solicitações sensoriais e sensitivas necessárias à adaptação com a realidade, sem que para tal haja necessidade imperiosa da consciência. Atenção ao andar, ao mastigar antes de engolir, desviar de obstáculos para não cair, Atenção ao manusear objetos, por exemplo.

A Atenção voluntária é aquela que já exige um certo esforço mental para algum determinado fim. Esta atividade psíquica permite que as representações e os conceitos objetos da Atenção permaneçam maior ou menor tempo no campo da consciência. Prestar Atenção à aula, por exemplo. A afetividade, visto em tópico anterior, participa inegavelmente na direção da Atenção voluntária.

 

Distração
Sob o rótulo de distração existem dois estados diferentes. Por excesso ou por falta de tenacidade. Primeiro, diz respeito à dificuldade da Atenção em fixar-se, portanto, falta de tenacidade. A dificuldade de tenacidade, por si só, não implica, como vimos, em prejuízo obrigatório da vigilância. Muito pelo contrário. Nos transtornos hipercinéticos das crianças observamos, quase sempre, uma hiper-vigilância acompanhada de hipo-tenacidade. Ela desvia sua Atenção diante de qualquer estímulo ambiental.

No segundo caso trata-se do contrário, ou seja, de uma concentração ou tenacidade muito intensa em determinado estímulo, assunto ou representação, que acaba por impedir a apreensão de tudo que não se refere ao motivo principal da Atenção, ou seja, por quase abolição da vigilância. É a distração do preocupado, do sábio ou do estudioso, interessados vivamente e exclusivamente por algum pensamento.

Na distraibilidade do primeiro caso, por falta de tenacidade, ocorre a diminuição da Atenção voluntária e a aumento da Atenção espontânea. No segundo caso, ao contrário, por excesso de tenacidade, como por exemplo na ioga, há aumento da Atenção voluntária e diminuição da Atenção espontânea. Afetivamente podemos dizer que nos estados de euforia a distraibilidade é do primeiro tipo e nos casos depressivos é do segundo, porém, em ambos extremos do humor haverá certamente prejuízo da Atenção.

Compreendido essas duas maneiras de distraibilidade vamos aos nomes técnicos:
Hiperprosexia
Apesar do prefixo "hiper", há aqui prejuízo da Atenção. O "hiper" refere-se ao aumento quantitativo da Atenção . Como, em termos de Atenção, a quantidade pode ser tida como contrária à qualidade, esse tipo de alteração da Atenção se caracteriza por uma extrema labilidade da Atenção (voluntária ou tenaz), o que leva o indivíduo a se interessar, simultaneamente, às mais variadas solicitações sensoriais, sem se fixar sobre nenhum objeto determinado. Refere-se, pois, a uma hiperatividade da Atenção espontânea.

Esta super-vigilância acompanhada de sub-tenacidade da Atenção é observada em estados patológicos acompanhados de excitação psicomotora, como é o caso do Episódio de Mania (euforia), no Transtorno Hipercinético da Infância, nas intoxicações exógenas por estimulantes como a cocaína ou anfetaminas, na embriaguez, na esquizofrenia ou mesmo em pessoas normais passando por momentos de grande excitação.

 

Hipoprosexia
Consiste no enfraquecimento acentuado da Atenção em todos os seus aspectos, isto é, tanto da Atenção voluntária, quanto da Atenção espontânea (tenacidade e vigilância). É observada nos estados onde haja obnubilação da consciência, seja por razões neurológicas ou psiquiátricas. Também na embriaguez alcoólica aguda ou embriaguez patológica, em casos de psicoses tóxicas, na amência, nos quadros de demências, na paralisia geral, na esquizofrenia e em certas reações vivenciais anormais. Os estados depressivos sempre se acompanham de diminuição da capacidade de concentrar a Atenção, particularmente nos quadros de depressão ansiosa, que podem chegar, em casos de estupor melancólico, a uma diminuição acentuada da capacidade de concentrar a Atenção.

Em enfermos esquizofrênicos inibidos, a Atenção pode estar polarizada para o mundo interno (introspecção), dando ao examinador a impressão de desinteresse completo ao mundo exterior. Quando isso acontece falamos em postura autista. Nos deficientes mentais também se observa déficit da capacidade de Atenção, tanto mais acentuado quanto maior for o grau de deficiência mental, chegando, em alguns casos, à ausência completa de Atenção.


Aprosexia
Aprosexia é a falta absoluta de Atenção, dependendo esse tipo de transtorno de acentuada deficiência intelectual ou de inibição cortical. Esse estado difere da insuficiente capacidade de concentração de origem afetiva e das manifestações autistas dos esquizofrênico. Observa-se a aprosexia na amência, no estupor e nos estados de demências.

 

 

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