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ARTIGOS EM PORTUGUÉS


Aprendizagem Acelerada e Eficaz: a prática da leitura faz a diferença?

Rita de Cássia P. S. Bastos
 

Para essa averiguação foi realizada uma pesquisa, cujo objetivo principal foi comprovar a influência da leitura como ferramenta pedagógica complementar e significativa para a construção do conhecimento. A pesquisa enfocou a aprendizagem de um determinado assunto abordado em ciências naturais, visando estimular o hábito de leitura no aluno.

Inicialmente considerou-se que a leitura pode ser caracterizada como um processo de construção feito de expectativas onde o leitor, baseado em sua experiência de mundo e em seu conjunto de informações, interage com as informações presentes no texto, para poder reconstruir o sentido que o texto está querendo lhe dizer.

Para a área de ciências naturais há muitas fontes de leitura que podem e devem ser trabalhadas em sala de aula (enciclopédias temáticas, livros de ficção científica, matérias de jornais e revistas, folhetos de diversas origens - museus, postos de saúde, ONGs , empresas, etc. – e livros paradidáticos).

Considerou-se, ainda, que a prática do ensino de ciências em sala de aula deve levar o aluno ao conhecimento das novas tecnologias que diariamente participam ou intervêm na sua vida, dos seus pais, da sociedade e da própria escola. Deve-se buscar um ensino que leve o aluno a conhecer e a entender os avanços científicos e tecnológicos, capaz de mudar a sua própria vida e a sua mentalidade.

Dentre as diversas fontes de leituras, o livro paradidático foi o recurso escolhido principalmente pelo fato de ser facilmente manuseável, apresentar baixo custo e, além do objetivo visado neste trabalho, por também contribuir significativamente para o desenvolvimento do hábito de leitura. O livro paradidático é um instrumento de fácil aquisição, sua utilização não exige o emprego de nenhum aparelho especial e também, permite maior flexibilidade na escolha de conteúdos e enfoques ao longo do ano letivo. A realização dessa pesquisa exigiu a escolha de uma publicação que pudesse ser utilizada especificamente para esse fim.

Existem excelentes publicações paradidáticas infanto-juvenis no mercado, porém os livros identificados através de um levantamento mais específico, cujo conteúdo fosse voltado para ciências naturais, com a abordagem do assunto "Terra e Universo" (assunto escolhido por ser de grande aceitabilidade dos alunos), apresentavam conteúdos bem mais abrangentes que o necessário para a aplicação da pesquisa. A intenção era trabalhar exclusivamente com esse assunto, no nível de conhecimento compatível ao que é pertinente na série e faixa etária dos alunos alvo da pesquisa (foi escolhida a 5ª série do ensino fundamental em face da longa experiência da autora com alunos dessa série).

Assim, optou-se pelo desenvolvimento de um livro paradidático, cujas informações referentes ao conteúdo fossem exclusivamente as apresentadas no programa curricular desse nível de escolaridade, com tópicos relevantes desse assunto abordados até a 5ª série. A extensão do livro também precisaria ser compatível com o tempo entre a leitura do mesmo e a apresentação do conteúdo curricular pelo professor, para que houvesse interação do leitor (aluno) com o texto do livro e o que estaria sendo desenvolvido em sala de aula.

Para desenvolver o livro paradidático, buscou-se informação em turmas de alunos de 5ª série, através de conversa informal, com o objetivo de conhecer as preferências literárias dos alunos e as características físicas do livro (tamanho, ilustração, etc.).Buscou-se também levantar os conteúdos curriculares relevantes ao tema selecionado, através da análise de livros didáticos de ciências existentes no mercado. A relevância de cada conceito foi verificada a partir de sua importância no cotidiano do aluno, como também na análise da necessidade de sua aprendizagem nessa série. Nessa avaliação de livros e conteúdos foi fundamental a experiência da autora, em mais de 15 anos nessa área, com alunos do ensino fundamental de 5ª a 8ª série e especialista no ensino de Ciências.

Assim, foi desenvolvido um livro paradidático de ficção científica abordando o tema "Terra e Universo" com o título BAC – O menino espacial – A Primeira Missão, cujo personagem é um extraterrestre enviado ao sistema solar com a importante missão de explorar seus astros e conhecer o planeta Terra. Nesse livro, o leitor é convidado a participar dessa viagem, através da leitura da história.

A pesquisa avaliou as turmas de alunos de 5ª série de uma determinada escola, porém, essas turmas não eram alunos da autora desta pesquisa.

Para isso foram necessários alguns encontros com essas turmas em períodos distintos.

No primeiro encontro, os alunos tomaram conhecimento da pesquisa e foram motivados a participar e todos os alunos das turmas analisadas, responderam a questões escritas, que permitiram fazer uma avaliação do cognitivo desses alunos sobre o assunto abordado (Universo).

Em seguida, apenas uma das turmas (que seria a turma de teste), recebeu o texto do livro paradidático (BAC – O menino espacial – Primeira Missão) para ser lido durante o período em que o professor estivesse desenvolvendo este conteúdo (Terra e Universo) em suas aulas.

No próximo encontro, ao terminar esta etapa, os alunos de todas as turmas analisadas responderam por escrito a novas questões pertinentes ao conteúdo desenvolvido sobre o assunto. Essas questões visaram avaliar a construção do conhecimento dos alunos nesse assunto, para analisar e avaliar até que ponto houve influência da leitura do livro paradidático.

Após a análise, verificou-se que o crescimento das turmas com relação à construção do conhecimento foi bastante significativo. Porém, o que levou à comprovação que a leitura do livro paradidático teve uma influência positiva, foi o fato de se encontrar a linguagem do texto do livro nas respostas dos alunos da turma de teste, como também a identificação de respostas com citação de situações vividas pelo personagem da história do livro.

Em face dos resultados obtidos na pesquisa, conclui-se ser possível que a falta da prática de leitura tenha grande parcela nas acusações mencionadas no início.

Outros estudos realizados com esse mesmo objetivo também obtiveram, em seus resultados, essa mesma comprovação, levando à certeza de que, dentre as crianças analisadas (nos vários estudos), a prática de leitura lhes confere características como o vocabulário, a escrita, o ato de ler, o conhecimento (cultura geral), a forma de se expressar, de interpretar, dentre outras, fazendo com que se destaquem positivamente em relação às outras crianças.

A prática da leitura deve ser utilizada em todas as disciplinas e não apenas em Português, como ainda acontece em muitas escolas. Essa medida evitará que a culpa dos alunos "mais fracos" caia sobre os ombros do professor da Língua Portuguesa, o que não é verdade. Todos os professores de todas as disciplinas têm o mesmo dever de estimular o seu aluno a desenvolver essa prática.

O aluno leitor praticante não fica preso apenas a um tipo de leitura e sim a todas – jornais, revistas, artigos, histórias, depoimentos... – o que faz com que ele se destaque positivamente, ampliando os seus horizontes e levando-o a se questionar, a contestar, a procurar as respostas dos seus porquês. Enfim, essa prática informa e transforma nossos alunos em cidadãos com capacidade de pensar, de fazer do nosso País uma grande nação, com capacidade de tomar grandes decisões e não apenas de apertar botões!!!!!.

 

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