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Cómo aprovechar este
sitio

"Lo
fundamental de todo proceso pedagógico es el aprendizaje y no la enseñanza.
Es el aprendizaje del estudiante y su participación el logro deseado."
(Unesco, 1995)

Estudiar
con un Método Vs. Estudiar
Sin un Método
Si hiciéramos una analogía entre tu mente y una PC, la diferencia entre
estudiar CON un método de aprendizaje o estudiar SIN ese método, es
muy parecido a la diferencia que existe entre una PC que contiene un
buen software’ y otra que no lo contiene.
Test
- Cuáles son
tus debilidades para estudiar
Test
de Autoevaluación:
¿Sabes estudiar
bien?
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ARTIGOS EM PORTUGUÉS

Teorias da Aprendizagem
O
Construtivismo de Jean Piaget
Obra de Jean Piaget é
considerada por muitos autores como de uma abordagem Cognitivista. É
assim que a professora Mizukami (1986) a classifica. Aqui, no
entanto, vamos considerar o trabalho de Piaget como dentro do
Construtivismo, para diferenciá-lo do trabalho cognitivista de David
Ausubel. Há muitos autores construtivistas de grande valor para um
fundamento didático. Exemplo deles são Constance Kamii, Vygotsky,
Wallon, Emilia Ferreiro e Lauro de Oliveira Lima. Segundo Piaget
(1976 a), a evolução do conhecimento científico teve três fases bem
claras:

Antes do Helenismo, a
humanidade viveu séculos sem se preocupar muito com as explicações
do “porquê” dos fenômenos. A essa fase da História Piaget
denominou de empírica, pois o homem mais praticava do que explicava.
Com os Gregos, a civilização iniciou sua fase gnóstica, em que o
homem tentou explicar racionalmente os fenômenos. Aí que teve início
nosso conhecimento científico ocidental. Mais recentemente, na
concepção de Piaget, a ciência não pergunta mais somente “por que
acontece este ou aquele fenômeno”. Ela quer saber é “para que serve
esta explicação científica”. Temos, então, a fase da aplicação na
indústria de nossos dias. Assim teria sido a evolução da
inteligência da humanidade. Torna-se iimportante salientar que o
homem levou séculos para ultrapassar o simples empirismo. Para
chegar a teorizar, a civilização teve de fazer, manusear e intuir
durante milhares de anos. Este foi o percurso natural da espécie
humana. Toda a obra piagetiana demonstra que este também é o
percurso natural de desenvolvimento da interligência de cada ser
humano. Há uma fase em que a criança tem uma inteligência prática –
ela é mais adiantada em ação do que em palavras; há outra em que ela
faz afirmações a respeito do mundo sem se preocupar em demonstrar ou
justificar; e há outra fase em que a pessoa realiza uma
auto-submissão a uma disciplina qualquer, aplicando a si própria um
plano de vida (PIAGET, 1976 b). O que se pergunta, então, é: por
que a escola não dá tempo para o aluno manusear algo, antes de ele
compreender a explicação científica? Piaget jamais criou um método
de ensino. No entanto, qualquer que seja o interesse de aplicarmos
esses fundamentos, deveríamos chegar a um ensino que tivesse as
seguintes características (cf. RONCA e ESCOBAR, 1980):
-
procedimento
indutivo;
-
possibilidade
de erros;
-
participação do
aluno.
BIBLIOGRAFIA
MIZUKAMI,
M. da Graça Nicoletti. Ensino: As abordagens do Processo. São
Paulo, EPU, 1986.
PIAGET, Jean. Psicologia e Pedagogia. Rio de Janeiro,
Forense, 1976 a.
PIAGET, Jean. Seis Estudos de Psicologia. Rio de Janeiro,
Forense, 1976 b.
RONCA e ESCOBAR. Técnicas Pedagógicas. Petrópolis, Vozes,
1980.
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